31 de agosto de 2015
26 de agosto de 2015
Colinas: SINPROESEMMA fará manifestação em defesa das 13 horas semanais
Insatisfeito com a jornada de trabalho acima
da lei do piso, o Núcleo do Sindicato dos Trabalhadores em Educação
Pública do Maranhão (SINPROESEMMA) em Colinas
realizará, na próxima sexta-feira (28) uma manifestação em favor da
implantação das 13 horas semanais. O ato, que também cobrará a nomeação
de excedentes do concurso da rede municipal realizado em 2014, ocorrerá a
partir das 8h, na Praça Henrique Leite, no Centro da cidade.
Segundo a coordenadora do Núcleo do SINPROESEMMA em
Colinas, Ana Paula, os professores cobram a destinação de um terço da
carga horário para o planejamento escolar, como determina a Lei do Piso,
aprovada pelo Congresso Nacional em 2008.
A dirigente ressalta que os profissionais da rede municipal estão
cumprindo uma carga horária composta por 15 horas semanais em sala de
aula, quando a lei diz que, para uma jornada de 20 horas semanais, a
interação entre os docentes e os educandos não deve exceder as 13 horas
semanais.
“A grande insatisfação dos professores de Colinas é a jornada de
trabalho. A categoria quer o cumprimento imediato das 13 horas semanais,
como ocorre na rede estadual”, destaca Ana Paula.
Excedentes A manifestação também defenderá a
importância da convocação dos excedentes do concurso público de 2014. Ao
lado da falta de professores, os dirigentes do SINPROESEMMA
vão lembrar que, desde 2009, a Prefeitura é multada diariamente pela
Justiça do Trabalho da Comarca de São João dos Patos por diversas
irregularidades trabalhistas na contratação de profissionais sem
concurso público.
Com essa tese, os dirigentes rebaterão os argumentos da falta de
orçamento, levantados pela Secretaria Municipal de Educação, porque a
nomeação dos excedentes, em substituição dos contratos, vai prevenir os
cofres da prefeitura do pagamento de mais multas à justiça.
Fonte: sinproesemma
CUT exige respeito aos aposentados e pensionistas
Em mais uma medida de ajuste fiscal contra a classe trabalhadora, o
governo anunciou que não faria, este ano, a antecipação do 13º salário
dos aposentados e pensionistas, como vem fazendo desde 2006.
Depois das críticas ao adiamento, o governo voltou atrás e decidiu
pagar 25% do 13º salário dos aposentados e pensionistas em setembro e
25% em outubro. Isso é um retrocesso. É um desrespeito com àqueles que
contribuíram durante muitos anos para o crescimento e desenvolvimento do
país e se programaram para receber o 13º entre o final de agosto e
início de setembro.
A justificativa do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, foi a de sempre:
falta de recurso em caixa para fazer o pagamento, que custa aos cofres
públicos R$15 bilhões. Para pagar os juros da dívida pública federal,
que só no primeiro semestre de 2015 foi de R$ 180,6 bilhões, Levy nunca
alegou falta recurso em caixa.
O problema da política econômica do governo é a escolha do que é
prioridade. Enquanto os rentistas são beneficiados com parcelas cada vez
mais significativas da riqueza nacional, os aposentados e pensionistas
sofrem com as escolhas do ministro.
A CUT exige que o governo mantenha a antecipação do 13º° salários dos
aposentados, conforme foi negociado entre a Central Única dos
Trabalhadores, as demais centrais e o governo do presidente Lula.
Fonte: CUT
Mobilizações respondem o silêncio maquiavélico do Governo Federal
Enquanto a Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento voltou a dizer na segunda-feira, 24, que ainda não tem uma resposta formal sobre alternativa a índice de 21,3% dividido em quatro anos, rejeitado pela categoria, servidores federais aumentam as mobilizações e paralisações que já alcançam 21 estados e o Distrito Federal.
A SRT voltou a alegar dificuldades de agenda para promover os diálogos internos necessários para consolidar e apresentar uma nova proposta aos servidores. A categoria segue alegando que o prazo de 4 anos é muito extenso e pede que o governo considere perdas inflacionárias já acumuladas pela categoria e não um cenário futuro (2016-2019) como a proposta determina.
O índice de inflação deste ano que já passa dos 9% não está sendo considerado pelo governo nessa proposta de 21,3% em 4 anos. A categoria segue lutando para que essa perda não lhe seja imposta. Para pressionar o governo e alterar o cenário que empurra o índice que não trás qualquer garantia de reposição de perdas já acumuladas pela categoria, diversas categorias seguem em processo de paralisação e mobilização em todo o Brasil.
Com o processo de negociações cada vez mais comprometido também pelos prazos legais para envio de propostas ao Congresso Nacional – proposta com previsão orçamentária para 2016 devem ser enviadas até o dia 31 deste mês – a ofensiva de mobilização em todo o Brasil deve ser máxima essa semana.
A Condsef está convocando uma plenária nacional de sua base para essa sexta, 28. A entidade segue recomendando aos servidores de sua base que reforcem as mobilizações nos estados, ampliem os movimentos de paralisação em seus locais de trabalho. Sem luta dificilmente serão alcançados os avanços esperados. Historicamente a consolidação de conquistas e manutenção de direitos é feita com muita resistência e não será diferente agora. A pressão deve ser permanente e é fundamental nesse momento.
Incra deflagra greve por tempo indeterminado
Os servidores do Incra decidiram no dia 24, deflagrar greve por tempo indeterminado, em Assembleia Por Local de Trabalho realizada na sede do órgão, em São Luís.
O Indicativo de Greve partir da insatisfação da categoria em perceber uma certa manobra do Governo em relação à inviabilidade de uma contraproposta da categoria, já que a STR está diminuindo cada vez mais a margem de negociação para tentar reverter os 21,3% de aumento salarial, apresentados e já rejeitados no último mês.
24 de agosto de 2015
Resposta a servidores sobre proposta alternativa a índice de 21,3% em quatro anos deve sair esta semana
O governo voltou a frustrar os
servidores federais que aguardavam para a semana passada uma resposta sobre
proposta alternativa ao índice de 21,3% dividido em quatro anos, que
cristalizou o processo de negociações na Secretaria de Relações do
Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento. Alegando dificuldades em
conciliar as agendas entre o Planejamento e a presidente Dilma Rousseff,
a SRT informou que possivelmente uma resposta deve ser apresentada nesta
segunda, 24. Com o processo de negociações cada vez mais comprometido
também pelos prazos legais para envio de propostas ao Congresso Nacional
– proposta com previsão orçamentária para 2016 devem ser enviadas até o
dia 31 deste mês – a ofensiva de mobilização em todo o Brasil deve ser
máxima nessa próxima semana. A Condsef está convocando uma plenária
nacional de sua base para a próxima sexta, 28.
Diversas categorias da base da Condsef,
maioria do Executivo Federal, estão em processo intenso de mobilizações e
paralisações para garantir proposta que considere perdas acumuladas
pelos trabalhadores nos últimos anos; incluindo 2015 que já tem previsão
inflacionária próxima dos 10%. Para pressionar o governo e alterar o
cenário que empurra o índice que não trás qualquer garantia de reposição
de perdas já acumuladas pela categoria, diversas categorias seguem em
processo de paralisação e mobilização em todo o Brasil. A Condsef já
registra paralisação de atividades de diversos setores de sua base em 18
estados e no Distrito Federal.
Unidos aos servidores do Judiciário,
INSS, professores e técnicos das Universidades, somam forças ao
movimento de pressão dos servidores por um fim aos impasses instalados
na mesa de negociações no Ministério do Planejamento servidores do
Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Saúde Indígena, Funasa, INPI,
Agricultura, Funai, Ibama, Iphan, Incra, Instituto Evandro Chagas,
administrativos fazendários, da AGU e também da PRF, Sesai, Dnocs, Ipen e
outros em todas as regiões do País. A Condsef segue recomendando aos
servidores de sua base que reforcem as mobilizações nos estados, ampliem
os movimentos de paralisação em seus locais de trabalho. Sem luta
dificilmente serão alcançados os avanços esperados. “Historicamente a
consolidação de conquistas e manutenção de direitos é feita com muita
resistência e não será diferente agora”, reforçou o secretário-geral da
Condsef, Sérgio Ronaldo da Silva. “A pressão deve ser permanente e é
fundamental nesse momento”, diz.
Esse cenário desfavorável exige que os
servidores intensifiquem o processo de mobilizações se quiserem
conquistar avanços e destravar os impasses instalados no processo de
negociações. Com o tempo limitando cada vez mais o processo de
negociações, somente um intenso movimento de unidade e pressão poderá
mudar essa lógica imposta pelo governo.
Fonte: condsef
Júlio Pinheiro explica proposta da CNTE de elevação do piso do professor de nível médio e funcionário de escola para R$ 2.650

Portal do Educador – Qual foi o objetivo principal da
plenária?
Júlio Pinheiro – A CNTE pretende iniciar, neste
segundo semestre, um processo de discussão sobre a carreira do magistério
nacional para criar diretrizes de carreira que permitirão estabelecer uma mediação
com o poder público a partir dessas diretrizes.
Portal do Educador – É possível definir uma única
carreira do magistério nacional para vigorar em todo o território brasileira,
num país de regiões, estados e municípios com características tão distintas?
Júlio Pinheiro – Nós temos consciência de que, em
função das características locais, não será possível, por exemplo, criar um
plano de carreira único para todo o Brasil, mas é possível criar diretrizes que
norteiem a carreira do magistério nacional”.
Portal do Educador – A pauta da plenária também
incluiu a questão do piso. O que ficou definido em relação a esse tema?
Júlio Pinheiro – Decidimos que, em 2016, entraremos
com uma agenda de campanhas salariais no Brasil e a ideia é de um piso nacional
de R$ 2.650 para professor com formação de nível médio e unificar a proposta
para funcionários de escola. Esse valor será também o balizador de piso das
negociações das campanhas salariais.
Portal do Educador – De que forma a CNTE pretende
conduzir essa luta? Júlio Pinheiro – Esse processo
foi aprovado pela plenária, em Brasília, e, por conta dessa situação de ajuste
econômico, vamos antecipar a campanha salarial. Haverá um esforço maior no
sentido de evitar que haja redução de salários e que se crie um ambiente de
defensiva em relação aos gestores públicos brasileiros.
Portal do Educador – Como a CNTE e os sindicatos
pretendem vencer a resistência dos gestores públicos que certamente haverá em
relação ao piso nacional de R$ 2.650 para professores de nível médio e
funcionários de escola?
Júlio Pinheiro – Não podemos ficar na defensiva porque
isso diminui a nossa capacidade de mobilização e as condições políticas para
vencermos essa batalha no chão dos municípios e dos estados. Por isso, a
sugestão da CNTE e dos sindicatos é que se evite o rebaixamento. Aprovamos essa
proposta de ampliação do piso para esse patamar, unificando com os funcionários
de escola, para elevar também o debate com esses profissionais. É para criar as
condições políticas para grandes mobilizações e grandes campanhas salariais
nesse momento de crise.
Portal do Educador – A estratégia, então, será,
antecipar a campanha, em vez de esperar a proposta do Ministério da Educação,
como vem acontecendo?
Júlio Pinheiro – Exatamente. Porque se cria um
ambiente político para a negociação da proposta, evitando-se o rebaixamento do
piso. Essa temática é importante e se precisa dar prioridade porque o Plano
Nacional de Educação estabeleceu a Meta 17 que prevê a elevação do salário do
professor ao patamar salarial dos outros profissionais de nível superior, como
engenheiros, médicos etc. Temos essa legislação que nos ampara, a Meta 17 é a
nossa referência.
Portal do Educador – O PNE prevê essa
equiparação salarial entre o salário do professor e dos demais profissionais de
nível superior até 2020, mas alguns prefeitos e governadores não vêm cumprindo
essa política de reajuste anual como determina o MEC. Com isso, os salários não
continuarão defasados?
Júlio Pinheiro – Com certeza. Os gestores não aplicam
de forma correta os recursos do Fundeb, os mecanismos de fiscalização ainda são
muito temerários e, ao mesmo tempo, o Ministério Público demonstra pouca força
para garantir que, de fato, se aplique os recursos do Fundeb, que são verbas
públicas que têm uma destinação.
Portal do Educador – Há alguma perspectiva dessa
situação mudar?
Júlio Pinheiro – Tivemos avanços, porém, ainda há, em
vários municípios, a resistência de cumprir a Lei do Fundeb. Só mesmo através
da mobilização e dos sindicatos fortalecidos é que se conseguirá avançar na
garantia desses direitos à Lei do Piso e à correta aplicação dos recursos do
Fundeb, que têm de ser no mínimo 60% para pagamento dos professores. Há
muito escamoteamento no uso desses recursos, governos e prefeituras utilizam
recursos do Fundeb para contratações que não têm o objetivo de fortalecer a
educação, são contratações políticas, fazendo com que os recursos da educação
saiam pelo ralo.
Portal do Educador – O que o SINPROESEMMA vem
fazendo em relação a esses casos?
Júlio Pinheiro – Orientamos as coordenações do nosso
sindicato a denunciar e, ao mesmo tempo, buscamos mobilizar, quando necessário,
os trabalhadores para que esses processos não ocorram de forma muito violenta,
quando há uma liberalização geral dos prefeitos, visto que não há um rigor
maior da lei para esses gestores que não cumprem a legislação por não aplicarem
corretamente esses recursos. A sociedade também é convocada porque ela é o
objetivo-fim da política de educação e não que não tem ensino de qualidade por
causa dessa postura de falta de vontade política e do mal planejamento das
políticas públicas.
Fonte: Sinproesemma
19 de agosto de 2015
Sindsep/MA, centrais sindicais e sociedade civil organizada promovem Ato Contra o Golpe, em Defesa da Democracia e da Soberania do Voto Popular
O
Sindsep/MA, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos
Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Movimento dos
Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Trabalhadores Sem
Teto (MTST), União Nacional dos Estudantes (UNE), demais entidades
sindicais e da sociedade civil organizada em geral, realiza nesta
quinta-feira, 20, “Ato Nacional Contra o Golpe, em Defesa da Democracia e
da Soberania do Voto Popular”, com concentração marcada para as 15h na
Praça João Lisboa.
O Ato objetiva a defesa consistente da democracia e da soberania do voto popular. É uma ação da sociedade civil organizada que visa lutar para garantir a vontade popular em relação ao direito legitimo de governabilidade da presidenta Dilma Rousseff, eleita democraticamente por 52% da população brasileira. É um Ato em contraponto à manobra política da “elite” de tentar “usurpar” de forma inescrupulosa a legitimidade constitucional da soberania brasileira, afirmada dentro dos parâmetros que regem as diretrizes que constituem o Estado de Direito. O Ato é uma grande negativa à tentativa de golpe à democracia brasileira.
Em defesa da democracia
No passado, o Brasil quebrava com as crises. Atualmente o país está amadurecido e sólido no combate à crise que assola todo o mundo capitalista. Ainda assim, mesmo com o gerenciamento correto da crise, existe uma grande ofensiva da “elite” que cria factoides e apontam para uma crise utópica e sem precedentes. É inegável o crescimento e as conquistas do Brasil nesses os últimos 12 anos.
Os órgãos de combate à corrupção estão mais fortes, mas os setores conservadores do Congresso, do Judiciário e o oligopólio de mídia passam a ideia de que a corrupção surgiu nos governos Lula e Dilma. O recente atentado ao Instituto Lula e as investigações seletivas da operação Lava Jato mostram que há interesses que vão além do combate à corrupção. Queremos o combate amplo e profundo à corrupção, sem poupar ninguém.
Pela mudança da política econômica
A política econômica atual joga a conta nas costas do povo. Ao invés de atacar direitos trabalhistas, cortar investimentos sociais, aumentar os juros e as tarifas de energia, água e serviços básicos, que inflacionam o custo de vida, o Governo Federal podia taxar as grandes fortunas e os lucros do capital, reduzir a jornada de trabalho sem redução de salários para que mais gente possa trabalhar, e valorizar os aposentados e a juventude.
Fora Cunha
Eduardo Cunha é um sabotador da República. A Câmara ataca direitos sociais e partem do Congresso medidas retrógradas: Terceirização, Redução da maioridade penal, Contrarreforma Política e a Entrega do Pré-sal a empresas estrangeiras.
O “Ato Nacional Contra o Golpe, em Defesa da Democracia e da Soberania do Voto Popular” defende a Petrobrás 100% estatal e as liberdades: contra o racismo, a intolerância religiosa, o machismo, a LGBTfobia e a criminalização das lutas sociais.
Reformas Populares com o povo nas ruas!
É preciso enfrentar a estrutura de desigualdades da sociedade brasileira com uma plataforma popular. A saída é mobilização nas ruas pelas reformas necessárias: Reforma Tributária, Urbana e Agrária, Democratização das comunicações e Reforma democrática do sistema político para ampliar a participação popular.
17 de agosto de 2015
Projetos garantem retomada da economia e dos empregos

No próximo mês, será lançada a terceira etapa do Minha Casa Minha
Vida, para proporcionar moradias às famílias com renda entre R$ 1,2 mil e
R$ 2,4 mil. A meta é construir mais de três milhões de unidades até
2018.
Na área de transportes, o Brasil receberá nos próximos anos
investimentos de R$ 198,4 bilhões para modernizar aeroportos, rodovias,
ferrovias e portos, dentro do Plano de Investimentos em Logística (PIL).
Os projetos anunciados beneficiam 20 estados e 130 municípios. Serão
destinados R$ 66,1 bilhões para rodovias, R$ 8,5 bilhões a aeroportos e
R$ 37,4 bilhões nos serviços portuários. Já para as ferrovias, serão
destinados R$ 86,4 bilhões.
Para ampliar o comércio exterior, o governo federal lançou o Plano
Nacional de Exportações, outra ação para a retomada do crescimento da
economia. Ele tem pilares como estreitamento de relações com a União
Europeia, definição de 32 mercados prioritários para produtos
brasileiros, financiamento e a simplificação de impostos para quem
exporta no Brasil, principal reivindicação dos empresários.
Agricultura
Na área da Agricultura e Pecuária, ação de destaque é a injeção de R$
187,7 bilhões, cerca de 20% a mais do que na última safra (R$ 156,1
bilhões) no Plano Safra 2015/2016. O foco deste ano é o fortalecimento
do médio produtor, cujo setor terá aumento de crédito de 17%.
O volume recorde de R$ 28,9 bilhões para a safra 2015/2016 é outra
medida de destaque na agricultura familiar. O valor é 20% maior do que
foi liberado no ano passado. No plano 2015/2016, o governo vai destinar
R$ 236 milhões para ações de produção sustentável, como a agroecologia,
beneficiando um total de 230 mil famílias. Também haverá um foco de
assistência técnica para 160 mil famílias. O microcrédito rural terá uma
taxa de juros de 0,5% ao ano.
Energia elétrica
No começo deste mês, o governo anunciou o Programa de Investimento em
Energia Elétrica (PIEE), que prevê uma injeção, até 2018, de R$ 186
bilhões para a expansão da geração de energia e das linhas de
transmissão. Os leilões do setor vão atrair investimentos de R$ 116
bilhões para adicionar entre 25 mil e 31,5 mil megawatts ao parque
gerador do País. Outros R$ 70 bilhões irão garantir a ampliação das
linhas de transmissão em 37,6 mil quilômetros. A expansão das energias
renováveis, com exceção da hidrelétrica, representa quase metade da
potência adicionada, de 10 mil a 14 mil megawatts.
Acordo com a China
Em maio, os governos do Brasil e da China anunciaram uma
série de medidas que aumentarão expressivamente nos próximos anos os
investimentos e o comércio entre os dois países. Foram assinados 35
acordos financeiros, comerciais e de cooperação, num total de US$ 53
bilhões. Entre os projetos há uma ferrovia ligando Tocantins ao Peru e a
exportação de 22 aviões da Embraer.
Pré-sal
O Pré-sal é um outro aspecto a ser considerado dentro da perspectiva de futuro promissor para o País. Uma das vantagens do Pré-sal é o modelo de exploração. Foi escolhido o sistema de “partilha” que garante à Petrobras uma participação de, pelo menos, 30% nos consórcios. Se o Pré-sal fosse operado pelo formato de “concessão”, a empresa operadora seria detentora integral do que se produz. A lei brasileira garante ainda que 75% dos royalties do Pré-sal devem ser aplicados na área de Educação e 25% em Saúde.
O Pré-sal é um outro aspecto a ser considerado dentro da perspectiva de futuro promissor para o País. Uma das vantagens do Pré-sal é o modelo de exploração. Foi escolhido o sistema de “partilha” que garante à Petrobras uma participação de, pelo menos, 30% nos consórcios. Se o Pré-sal fosse operado pelo formato de “concessão”, a empresa operadora seria detentora integral do que se produz. A lei brasileira garante ainda que 75% dos royalties do Pré-sal devem ser aplicados na área de Educação e 25% em Saúde.
Fonte:
13 de agosto de 2015
Greve dos policiais civis é suspensa, mas estado de greve permanece
A greve dos policiais
civis do Maranhão está suspensa até o dia 4 de setembro, quando o Governo
definirá a proposta apresentada pela categoria. Será mantido o estado de greve.
A decisão foi tomada na última segunda-feira (10) durante Assembleia Geral realizada
pela categoria. O grupo que faz parte do movimento grevista se reuniu em frente
à REFESA, onde funcionava o Plantão Central da Polícia Civil, no centro de São
Luís. A suspensão foi definida por uma diferença mínima.
O Governo vai avaliar o reajuste escalonado, que vai de 2016 a 2018, recompondo assim, as questões salariais, objeto de reivindicação da categoria. Através de um entendimento com o presidente da Assembleia, Humberto Coutinho, o Legislativo Estadual não votará a Lei Orçamentária enquanto não forem encaminhadas as tabelas de reajuste, dentro dos valores propostos pelo governo.
O Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Maranhão (SINDJUS-MA) se mostrou solidário à greve legítima dos policiais civis, inclusive, com uma visita do presidente do SINDJUS-MA ao comando de greve do SINPOL durante a paralisação.
(Fonte: Blog do Marco d'Eça com edição)
AS MARGARIDAS MARCHAM POR BRASÍLIA
Marcha das Margaridas teve início ontem, 12, com as trabalhadoras rurais em conjunto com outras categorias, saindo do Estádio Nacional Mané Garrincha e seguindo até o Congresso Nacional, em um percurso de cerca de 5 km.
De acordo com Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), que é a entidade organizadora do evento, 70 mil pessoas participam da marcha.
Neste ano, a 5ª edição da Marcha das Margaridas tem como tema “Margaridas seguem em marcha pelo desenvolvimento sustentável com democracia, justiça autonomia, liberdade e igualdade”.
Além de reivindicações históricas como agilidade na reforma agrária e igualdade de direitos, as manifestantes também pedem reforma política e até a saída do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, ao entoarem nos carros de som: “Marcha mulherada! Sua bandeira na mão empunha. Viemos de todo canto, botar pra fora Eduardo Cunha”.
Ainda ontem, as margaridas foram homenageadas em sessão solene no Senado e foram recebidas pela presidenta Dilma Rousseff, que deve respondeu questões referentes à pauta de reivindicações entregue ao governo no início de julho.
Além das trabalhadoras rurais, a marcha também teve participação de centrais sindicais e outros movimentos sociais.
Fonte: Sindsep/MA
11 de agosto de 2015
Com Lula, Marcha das Margaridas deve reunir 100 mil em Brasília

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é presença confirmada na abertura do ato, marcada para acontecer às 18h30 no Estádio Nacional Mané Garrincha, na capital federal.
De acordo com secretária de Jovens Trabalhadores Rurais da Federação de Trabalhadores na Agricultura do Estado de Piauí (FETAG-PI), Mazé Morais, a Marcha representa um momento de reafirmação política das mulheres, pautado na autonomia, democracia e combate às desigualdades e violência.
“É de fundamental importância esse momento, de fortalecimento, de reconhecimento da luta das mulheres do campo, da floresta e das águas. Um dos nossos pontos principais é a questão da violência contra as mulheres”, ressalta Mazé.
O movimento tem como estratégia a conquista de visibilidade, reconhecimento social e político e cidadania plena. A marcha, que teve a primeira edição no ano de 2000, foi batizada com esse nome em homenagem à trabalhadora rural e líder sindical, Margarida Alves, assassinada em 1983.
De acordo com Mazé, a edição deste ano tem a expectativa de reunir 100 mil mulheres das cinco regiões do País e de 20 países da América Latina.
“As caravanas com as delegações estão chegando de todo o Brasil e da América Latina. Não tenho dúvidas de que estaremos com esse Mané Garrincha lilás, cheio de margaridas, fortalecendo cada vez mais a luta do movimento sindical de trabalhadoras e trabalhadores rurais deste Brasil”, declara a secretária.
Uma delegação da Marcha das Margaridas se reuniu com a presidenta Dilma Rousseff, na quinta-feira (6), no Palácio do Planalto, para tratar da mobilização. Participaram do encontro a coordenadora-geral da Marcha das Margaridas, Alessandra Lunas; a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci; e os ministros da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto; e do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, além de outras representantes do movimento.
Mazé destaca o compromisso de Dilma em dialogar com a pauta das trabalhadoras do campo. A secretária revelou a expectativa da presença de Dilma durante o ato do movimento.
“Temos a expectativa da presidenta vir à nossa Marcha, dando uma resposta positiva. Não temos dúvida de que, nesse período da marcha, ela não vai conseguir dar respostas a todas as nossas demandas, porque são mais de 400 itens de reivindicação”, ressalta Mazé.
“Temos a expectativa da presidenta vir à nossa Marcha, dando uma resposta positiva. Não temos dúvida de que, nesse período da marcha, ela não vai conseguir dar respostas a todas as nossas demandas, porque são mais de 400 itens de reivindicação”, ressalta Mazé.
Além disso, a secretária de Jovens Trabalhadores Rurais da Federação de Trabalhadores na Agricultura do Estado de Piauí também garante que a Marcha das Margaridas está com Dilma e não aceitará qualquer movimento golpista.
“A gente não concorda, temos consciência desse processo e não aceitamos o golpe”, destaca Mazé.
Fonte: Agência PT de Notícias
Conselheiro Lelio Bentes concede liminar em favor do SINDJUS-MA

Uma comissão designada pela Presidente Cleonice Freire, e coordenada pelo Desembargador Lourival Serejo, elaborou um projeto de Novo PCCV, que se encontra em análise momento na Comissão de Assuntos Legislativos do Tribunal de Justiça do Maranhão. A comissão conduziu seus trabalhos com base em minuta de projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos, elaborada por uma comissão do SINDJUS/MA composta pelos servidores Arlinda Reis (Analista), Emanoel Jansen (oficial de justiça), José Carlos (comisssário de justiça), Francisco Marques (técnico) e Carlindo Filho (auxiliar judiciário). O projeto final da Comissão do TJ, todavia, excluiu os gabinetes dos desembargadores da obrigatoriedade de destinar metade dos cargos comissionados para servidores de carreira, o que fere a Resolução 88/2009-CNJ.
Em assembleia geral convocada pelo SINDJUS-MA, os servidores decidiram apoiar algumas das medidas sugeridas pela comissão presidida pelo desembargador Lourival Serejo. As propostas que receberam o apoio da categoria por unanimidade foram:
1) estruturação das carreiras dos servidores efetivos apenas em dois níveis de escolaridade, médio e superior;
2) extinção das carreiras de nível fundamental e enquadramento dos auxiliares judiciários na tabela de vencimentos de nível médio;
3) fixação do mês de janeiro como data base para revisão geral e anual da remuneração e dos demais benefícios recebidos pelos servidores do Judiciário;
4) correção dos índices das progressões e adicionais de qualificação e insalubridade;
5) destinação de 50% dos cargos comissionados para servidores do quadro efetivo;
6) criação do auxilio creche. Mas os servidores reivindicam ainda a fixação da tabela única dos cargos de nível médio em 60% dos vencimentos da tabela única de nível superior, o enquadramento dos comissários e oficiais de justiça na carreira única de nível superior e o vencimento inicial dos cargos de nível superior equiparado ao vencimento inicial dos servidores de nível superior do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão - TCE.
A decisão liminar do Conselheiro Lelio Bentes concedida em favor do SINDJUS-MA deverá ser cumprida no prazo de 10 (dez) dias pelo Tribunal de Justiça do Maranhão.
O
Conselheiro Lelio Bentes de Sousa, relator do PROCEDIMENTO DE CONTROLE
ADMINISTRATIVO – 0002493-86.2014.2.00.0000, impetrado no Conselho
Nacional de Justiça - CNJ pelo Sindicato dos Servidores da Justiça do
Estado do Maranhão - SINDJUS/MA, concedeu liminar na tarde da
segunda-feira, 10/08, determinando ao Tribunal de Justiça que refaça o
projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos servidores
do Judiciário do Maranhão, estabelecendo a destinação de 50% (cinquenta
por cento) dos cargos comissionados dos gabinetes dos desembargadores
para servidores efetivos e adequando assim o referido projeto à
Resolução 88/2009-CNJ.
Uma comissão designada pela Presidente Cleonice Freire, e coordenada pelo Desembargador Lourival Serejo, elaborou um projeto de Novo PCCV, que se encontra em análise momento na Comissão de Assuntos Legislativos do Tribunal de Justiça do Maranhão. A comissão conduziu seus trabalhos com base em minuta de projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos, elaborada por uma comissão do SINDJUS/MA composta pelos servidores Arlinda Reis (Analista), Emanoel Jansen (oficial de justiça), José Carlos (comisssário de justiça), Francisco Marques (técnico) e Carlindo Filho (auxiliar judiciário). O projeto final da Comissão do TJ, todavia, excluiu os gabinetes dos desembargadores da obrigatoriedade de destinar metade dos cargos comissionados para servidores de carreira, o que fere a Resolução 88/2009-CNJ.
Em assembleia geral convocada pelo SINDJUS-MA, os servidores decidiram apoiar algumas das medidas sugeridas pela comissão presidida pelo desembargador Lourival Serejo. As propostas que receberam o apoio da categoria por unanimidade foram:
1) estruturação das carreiras dos servidores efetivos apenas em dois níveis de escolaridade, médio e superior;
2) extinção das carreiras de nível fundamental e enquadramento dos auxiliares judiciários na tabela de vencimentos de nível médio;
3) fixação do mês de janeiro como data base para revisão geral e anual da remuneração e dos demais benefícios recebidos pelos servidores do Judiciário;
4) correção dos índices das progressões e adicionais de qualificação e insalubridade;
5) destinação de 50% dos cargos comissionados para servidores do quadro efetivo;
6) criação do auxilio creche. Mas os servidores reivindicam ainda a fixação da tabela única dos cargos de nível médio em 60% dos vencimentos da tabela única de nível superior, o enquadramento dos comissários e oficiais de justiça na carreira única de nível superior e o vencimento inicial dos cargos de nível superior equiparado ao vencimento inicial dos servidores de nível superior do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão - TCE.
A decisão liminar do Conselheiro Lelio Bentes concedida em favor do SINDJUS-MA deverá ser cumprida no prazo de 10 (dez) dias pelo Tribunal de Justiça do Maranhão. - See more at: http://www.sindjusma.org/subpage.php?id=2843_conselheiro-lelio-bentes-concede-liminar-em-favor-do-sindjus-ma.html#sthash.tcW9MfmF.dpuf
Uma comissão designada pela Presidente Cleonice Freire, e coordenada pelo Desembargador Lourival Serejo, elaborou um projeto de Novo PCCV, que se encontra em análise momento na Comissão de Assuntos Legislativos do Tribunal de Justiça do Maranhão. A comissão conduziu seus trabalhos com base em minuta de projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos, elaborada por uma comissão do SINDJUS/MA composta pelos servidores Arlinda Reis (Analista), Emanoel Jansen (oficial de justiça), José Carlos (comisssário de justiça), Francisco Marques (técnico) e Carlindo Filho (auxiliar judiciário). O projeto final da Comissão do TJ, todavia, excluiu os gabinetes dos desembargadores da obrigatoriedade de destinar metade dos cargos comissionados para servidores de carreira, o que fere a Resolução 88/2009-CNJ.
Em assembleia geral convocada pelo SINDJUS-MA, os servidores decidiram apoiar algumas das medidas sugeridas pela comissão presidida pelo desembargador Lourival Serejo. As propostas que receberam o apoio da categoria por unanimidade foram:
1) estruturação das carreiras dos servidores efetivos apenas em dois níveis de escolaridade, médio e superior;
2) extinção das carreiras de nível fundamental e enquadramento dos auxiliares judiciários na tabela de vencimentos de nível médio;
3) fixação do mês de janeiro como data base para revisão geral e anual da remuneração e dos demais benefícios recebidos pelos servidores do Judiciário;
4) correção dos índices das progressões e adicionais de qualificação e insalubridade;
5) destinação de 50% dos cargos comissionados para servidores do quadro efetivo;
6) criação do auxilio creche. Mas os servidores reivindicam ainda a fixação da tabela única dos cargos de nível médio em 60% dos vencimentos da tabela única de nível superior, o enquadramento dos comissários e oficiais de justiça na carreira única de nível superior e o vencimento inicial dos cargos de nível superior equiparado ao vencimento inicial dos servidores de nível superior do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão - TCE.
A decisão liminar do Conselheiro Lelio Bentes concedida em favor do SINDJUS-MA deverá ser cumprida no prazo de 10 (dez) dias pelo Tribunal de Justiça do Maranhão. - See more at: http://www.sindjusma.org/subpage.php?id=2843_conselheiro-lelio-bentes-concede-liminar-em-favor-do-sindjus-ma.html#sthash.tcW9MfmF.dpuf
O
Conselheiro Lelio Bentes de Sousa, relator do PROCEDIMENTO DE CONTROLE
ADMINISTRATIVO – 0002493-86.2014.2.00.0000, impetrado no Conselho
Nacional de Justiça - CNJ pelo Sindicato dos Servidores da Justiça do
Estado do Maranhão - SINDJUS/MA, concedeu liminar na tarde da
segunda-feira, 10/08, determinando ao Tribunal de Justiça que refaça o
projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos servidores
do Judiciário do Maranhão, estabelecendo a destinação de 50% (cinquenta
por cento) dos cargos comissionados dos gabinetes dos desembargadores
para servidores efetivos e adequando assim o referido projeto à
Resolução 88/2009-CNJ.
Uma comissão designada pela Presidente Cleonice Freire, e coordenada pelo Desembargador Lourival Serejo, elaborou um projeto de Novo PCCV, que se encontra em análise momento na Comissão de Assuntos Legislativos do Tribunal de Justiça do Maranhão. A comissão conduziu seus trabalhos com base em minuta de projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos, elaborada por uma comissão do SINDJUS/MA composta pelos servidores Arlinda Reis (Analista), Emanoel Jansen (oficial de justiça), José Carlos (comisssário de justiça), Francisco Marques (técnico) e Carlindo Filho (auxiliar judiciário). O projeto final da Comissão do TJ, todavia, excluiu os gabinetes dos desembargadores da obrigatoriedade de destinar metade dos cargos comissionados para servidores de carreira, o que fere a Resolução 88/2009-CNJ.
Em assembleia geral convocada pelo SINDJUS-MA, os servidores decidiram apoiar algumas das medidas sugeridas pela comissão presidida pelo desembargador Lourival Serejo. As propostas que receberam o apoio da categoria por unanimidade foram:
1) estruturação das carreiras dos servidores efetivos apenas em dois níveis de escolaridade, médio e superior;
2) extinção das carreiras de nível fundamental e enquadramento dos auxiliares judiciários na tabela de vencimentos de nível médio;
3) fixação do mês de janeiro como data base para revisão geral e anual da remuneração e dos demais benefícios recebidos pelos servidores do Judiciário;
4) correção dos índices das progressões e adicionais de qualificação e insalubridade;
5) destinação de 50% dos cargos comissionados para servidores do quadro efetivo;
6) criação do auxilio creche. Mas os servidores reivindicam ainda a fixação da tabela única dos cargos de nível médio em 60% dos vencimentos da tabela única de nível superior, o enquadramento dos comissários e oficiais de justiça na carreira única de nível superior e o vencimento inicial dos cargos de nível superior equiparado ao vencimento inicial dos servidores de nível superior do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão - TCE.
A decisão liminar do Conselheiro Lelio Bentes concedida em favor do SINDJUS-MA deverá ser cumprida no prazo de 10 (dez) dias pelo Tribunal de Justiça do Maranhão. - See more at: http://www.sindjusma.org/subpage.php?id=2843_conselheiro-lelio-bentes-concede-liminar-em-favor-do-sindjus-ma.html#sthash.tcW9MfmF.dpuf
Uma comissão designada pela Presidente Cleonice Freire, e coordenada pelo Desembargador Lourival Serejo, elaborou um projeto de Novo PCCV, que se encontra em análise momento na Comissão de Assuntos Legislativos do Tribunal de Justiça do Maranhão. A comissão conduziu seus trabalhos com base em minuta de projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos, elaborada por uma comissão do SINDJUS/MA composta pelos servidores Arlinda Reis (Analista), Emanoel Jansen (oficial de justiça), José Carlos (comisssário de justiça), Francisco Marques (técnico) e Carlindo Filho (auxiliar judiciário). O projeto final da Comissão do TJ, todavia, excluiu os gabinetes dos desembargadores da obrigatoriedade de destinar metade dos cargos comissionados para servidores de carreira, o que fere a Resolução 88/2009-CNJ.
Em assembleia geral convocada pelo SINDJUS-MA, os servidores decidiram apoiar algumas das medidas sugeridas pela comissão presidida pelo desembargador Lourival Serejo. As propostas que receberam o apoio da categoria por unanimidade foram:
1) estruturação das carreiras dos servidores efetivos apenas em dois níveis de escolaridade, médio e superior;
2) extinção das carreiras de nível fundamental e enquadramento dos auxiliares judiciários na tabela de vencimentos de nível médio;
3) fixação do mês de janeiro como data base para revisão geral e anual da remuneração e dos demais benefícios recebidos pelos servidores do Judiciário;
4) correção dos índices das progressões e adicionais de qualificação e insalubridade;
5) destinação de 50% dos cargos comissionados para servidores do quadro efetivo;
6) criação do auxilio creche. Mas os servidores reivindicam ainda a fixação da tabela única dos cargos de nível médio em 60% dos vencimentos da tabela única de nível superior, o enquadramento dos comissários e oficiais de justiça na carreira única de nível superior e o vencimento inicial dos cargos de nível superior equiparado ao vencimento inicial dos servidores de nível superior do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão - TCE.
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Conselheiro Lelio Bentes de Sousa, relator do PROCEDIMENTO DE CONTROLE
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Nacional de Justiça - CNJ pelo Sindicato dos Servidores da Justiça do
Estado do Maranhão - SINDJUS/MA, concedeu liminar na tarde da
segunda-feira, 10/08, determinando ao Tribunal de Justiça que refaça o
projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos servidores
do Judiciário do Maranhão, estabelecendo a destinação de 50% (cinquenta
por cento) dos cargos comissionados dos gabinetes dos desembargadores
para servidores efetivos e adequando assim o referido projeto à
Resolução 88/2009-CNJ.
Uma comissão designada pela Presidente Cleonice Freire, e coordenada pelo Desembargador Lourival Serejo, elaborou um projeto de Novo PCCV, que se encontra em análise momento na Comissão de Assuntos Legislativos do Tribunal de Justiça do Maranhão. A comissão conduziu seus trabalhos com base em minuta de projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos, elaborada por uma comissão do SINDJUS/MA composta pelos servidores Arlinda Reis (Analista), Emanoel Jansen (oficial de justiça), José Carlos (comisssário de justiça), Francisco Marques (técnico) e Carlindo Filho (auxiliar judiciário). O projeto final da Comissão do TJ, todavia, excluiu os gabinetes dos desembargadores da obrigatoriedade de destinar metade dos cargos comissionados para servidores de carreira, o que fere a Resolução 88/2009-CNJ.
Em assembleia geral convocada pelo SINDJUS-MA, os servidores decidiram apoiar algumas das medidas sugeridas pela comissão presidida pelo desembargador Lourival Serejo. As propostas que receberam o apoio da categoria por unanimidade foram:
1) estruturação das carreiras dos servidores efetivos apenas em dois níveis de escolaridade, médio e superior;
2) extinção das carreiras de nível fundamental e enquadramento dos auxiliares judiciários na tabela de vencimentos de nível médio;
3) fixação do mês de janeiro como data base para revisão geral e anual da remuneração e dos demais benefícios recebidos pelos servidores do Judiciário;
4) correção dos índices das progressões e adicionais de qualificação e insalubridade;
5) destinação de 50% dos cargos comissionados para servidores do quadro efetivo;
6) criação do auxilio creche. Mas os servidores reivindicam ainda a fixação da tabela única dos cargos de nível médio em 60% dos vencimentos da tabela única de nível superior, o enquadramento dos comissários e oficiais de justiça na carreira única de nível superior e o vencimento inicial dos cargos de nível superior equiparado ao vencimento inicial dos servidores de nível superior do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão - TCE.
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Uma comissão designada pela Presidente Cleonice Freire, e coordenada pelo Desembargador Lourival Serejo, elaborou um projeto de Novo PCCV, que se encontra em análise momento na Comissão de Assuntos Legislativos do Tribunal de Justiça do Maranhão. A comissão conduziu seus trabalhos com base em minuta de projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos, elaborada por uma comissão do SINDJUS/MA composta pelos servidores Arlinda Reis (Analista), Emanoel Jansen (oficial de justiça), José Carlos (comisssário de justiça), Francisco Marques (técnico) e Carlindo Filho (auxiliar judiciário). O projeto final da Comissão do TJ, todavia, excluiu os gabinetes dos desembargadores da obrigatoriedade de destinar metade dos cargos comissionados para servidores de carreira, o que fere a Resolução 88/2009-CNJ.
Em assembleia geral convocada pelo SINDJUS-MA, os servidores decidiram apoiar algumas das medidas sugeridas pela comissão presidida pelo desembargador Lourival Serejo. As propostas que receberam o apoio da categoria por unanimidade foram:
1) estruturação das carreiras dos servidores efetivos apenas em dois níveis de escolaridade, médio e superior;
2) extinção das carreiras de nível fundamental e enquadramento dos auxiliares judiciários na tabela de vencimentos de nível médio;
3) fixação do mês de janeiro como data base para revisão geral e anual da remuneração e dos demais benefícios recebidos pelos servidores do Judiciário;
4) correção dos índices das progressões e adicionais de qualificação e insalubridade;
5) destinação de 50% dos cargos comissionados para servidores do quadro efetivo;
6) criação do auxilio creche. Mas os servidores reivindicam ainda a fixação da tabela única dos cargos de nível médio em 60% dos vencimentos da tabela única de nível superior, o enquadramento dos comissários e oficiais de justiça na carreira única de nível superior e o vencimento inicial dos cargos de nível superior equiparado ao vencimento inicial dos servidores de nível superior do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão - TCE.
A decisão liminar do Conselheiro Lelio Bentes concedida em favor do SINDJUS-MA deverá ser cumprida no prazo de 10 (dez) dias pelo Tribunal de Justiça do Maranhão. - See more at: http://www.sindjusma.org/subpage.php?id=2843_conselheiro-lelio-bentes-concede-liminar-em-favor-do-sindjus-ma.html#sthash.tcW9MfmF.dpuf
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ADMINISTRATIVO – 0002493-86.2014.2.00.0000, impetrado no Conselho
Nacional de Justiça - CNJ pelo Sindicato dos Servidores da Justiça do
Estado do Maranhão - SINDJUS/MA, concedeu liminar na tarde da
segunda-feira, 10/08, determinando ao Tribunal de Justiça que refaça o
projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos servidores
do Judiciário do Maranhão, estabelecendo a destinação de 50% (cinquenta
por cento) dos cargos comissionados dos gabinetes dos desembargadores
para servidores efetivos e adequando assim o referido projeto à
Resolução 88/2009-CNJ.
Uma comissão designada pela Presidente Cleonice Freire, e coordenada pelo Desembargador Lourival Serejo, elaborou um projeto de Novo PCCV, que se encontra em análise momento na Comissão de Assuntos Legislativos do Tribunal de Justiça do Maranhão. A comissão conduziu seus trabalhos com base em minuta de projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos, elaborada por uma comissão do SINDJUS/MA composta pelos servidores Arlinda Reis (Analista), Emanoel Jansen (oficial de justiça), José Carlos (comisssário de justiça), Francisco Marques (técnico) e Carlindo Filho (auxiliar judiciário). O projeto final da Comissão do TJ, todavia, excluiu os gabinetes dos desembargadores da obrigatoriedade de destinar metade dos cargos comissionados para servidores de carreira, o que fere a Resolução 88/2009-CNJ.
Em assembleia geral convocada pelo SINDJUS-MA, os servidores decidiram apoiar algumas das medidas sugeridas pela comissão presidida pelo desembargador Lourival Serejo. As propostas que receberam o apoio da categoria por unanimidade foram:
1) estruturação das carreiras dos servidores efetivos apenas em dois níveis de escolaridade, médio e superior;
2) extinção das carreiras de nível fundamental e enquadramento dos auxiliares judiciários na tabela de vencimentos de nível médio;
3) fixação do mês de janeiro como data base para revisão geral e anual da remuneração e dos demais benefícios recebidos pelos servidores do Judiciário;
4) correção dos índices das progressões e adicionais de qualificação e insalubridade;
5) destinação de 50% dos cargos comissionados para servidores do quadro efetivo;
6) criação do auxilio creche. Mas os servidores reivindicam ainda a fixação da tabela única dos cargos de nível médio em 60% dos vencimentos da tabela única de nível superior, o enquadramento dos comissários e oficiais de justiça na carreira única de nível superior e o vencimento inicial dos cargos de nível superior equiparado ao vencimento inicial dos servidores de nível superior do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão - TCE.
A decisão liminar do Conselheiro Lelio Bentes concedida em favor do SINDJUS-MA deverá ser cumprida no prazo de 10 (dez) dias pelo Tribunal de Justiça do Maranhão. - See more at: http://www.sindjusma.org/subpage.php?id=2843_conselheiro-lelio-bentes-concede-liminar-em-favor-do-sindjus-ma.html#sthash.tcW9MfmF.dpuf
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Em assembleia geral convocada pelo SINDJUS-MA, os servidores decidiram apoiar algumas das medidas sugeridas pela comissão presidida pelo desembargador Lourival Serejo. As propostas que receberam o apoio da categoria por unanimidade foram:
1) estruturação das carreiras dos servidores efetivos apenas em dois níveis de escolaridade, médio e superior;
2) extinção das carreiras de nível fundamental e enquadramento dos auxiliares judiciários na tabela de vencimentos de nível médio;
3) fixação do mês de janeiro como data base para revisão geral e anual da remuneração e dos demais benefícios recebidos pelos servidores do Judiciário;
4) correção dos índices das progressões e adicionais de qualificação e insalubridade;
5) destinação de 50% dos cargos comissionados para servidores do quadro efetivo;
6) criação do auxilio creche. Mas os servidores reivindicam ainda a fixação da tabela única dos cargos de nível médio em 60% dos vencimentos da tabela única de nível superior, o enquadramento dos comissários e oficiais de justiça na carreira única de nível superior e o vencimento inicial dos cargos de nível superior equiparado ao vencimento inicial dos servidores de nível superior do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão - TCE.
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Nacional de Justiça - CNJ pelo Sindicato dos Servidores da Justiça do
Estado do Maranhão - SINDJUS/MA, concedeu liminar na tarde da
segunda-feira, 10/08, determinando ao Tribunal de Justiça que refaça o
projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos servidores
do Judiciário do Maranhão, estabelecendo a destinação de 50% (cinquenta
por cento) dos cargos comissionados dos gabinetes dos desembargadores
para servidores efetivos e adequando assim o referido projeto à
Resolução 88/2009-CNJ.
Uma comissão designada pela Presidente Cleonice Freire, e coordenada pelo Desembargador Lourival Serejo, elaborou um projeto de Novo PCCV, que se encontra em análise momento na Comissão de Assuntos Legislativos do Tribunal de Justiça do Maranhão. A comissão conduziu seus trabalhos com base em minuta de projeto de Novo Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos, elaborada por uma comissão do SINDJUS/MA composta pelos servidores Arlinda Reis (Analista), Emanoel Jansen (oficial de justiça), José Carlos (comisssário de justiça), Francisco Marques (técnico) e Carlindo Filho (auxiliar judiciário). O projeto final da Comissão do TJ, todavia, excluiu os gabinetes dos desembargadores da obrigatoriedade de destinar metade dos cargos comissionados para servidores de carreira, o que fere a Resolução 88/2009-CNJ.
Em assembleia geral convocada pelo SINDJUS-MA, os servidores decidiram apoiar algumas das medidas sugeridas pela comissão presidida pelo desembargador Lourival Serejo. As propostas que receberam o apoio da categoria por unanimidade foram:
1) estruturação das carreiras dos servidores efetivos apenas em dois níveis de escolaridade, médio e superior;
2) extinção das carreiras de nível fundamental e enquadramento dos auxiliares judiciários na tabela de vencimentos de nível médio;
3) fixação do mês de janeiro como data base para revisão geral e anual da remuneração e dos demais benefícios recebidos pelos servidores do Judiciário;
4) correção dos índices das progressões e adicionais de qualificação e insalubridade;
5) destinação de 50% dos cargos comissionados para servidores do quadro efetivo;
6) criação do auxilio creche. Mas os servidores reivindicam ainda a fixação da tabela única dos cargos de nível médio em 60% dos vencimentos da tabela única de nível superior, o enquadramento dos comissários e oficiais de justiça na carreira única de nível superior e o vencimento inicial dos cargos de nível superior equiparado ao vencimento inicial dos servidores de nível superior do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão - TCE.
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Em assembleia geral convocada pelo SINDJUS-MA, os servidores decidiram apoiar algumas das medidas sugeridas pela comissão presidida pelo desembargador Lourival Serejo. As propostas que receberam o apoio da categoria por unanimidade foram:
1) estruturação das carreiras dos servidores efetivos apenas em dois níveis de escolaridade, médio e superior;
2) extinção das carreiras de nível fundamental e enquadramento dos auxiliares judiciários na tabela de vencimentos de nível médio;
3) fixação do mês de janeiro como data base para revisão geral e anual da remuneração e dos demais benefícios recebidos pelos servidores do Judiciário;
4) correção dos índices das progressões e adicionais de qualificação e insalubridade;
5) destinação de 50% dos cargos comissionados para servidores do quadro efetivo;
6) criação do auxilio creche. Mas os servidores reivindicam ainda a fixação da tabela única dos cargos de nível médio em 60% dos vencimentos da tabela única de nível superior, o enquadramento dos comissários e oficiais de justiça na carreira única de nível superior e o vencimento inicial dos cargos de nível superior equiparado ao vencimento inicial dos servidores de nível superior do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão - TCE.
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